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A possível constante presença feminina na família e a Violência Doméstica – Alguns contributos para o seu erradicar.

Desde sempre, a família constituiu o maior patrimônio da sociedade. Nenhum sucesso profissional ou financeiro compensa o seu fracasso.

Considerando os “robustos escaparates” na comunicação escrita e, acima de tudo na televisão moldadora de pseudo e de falsos padrões sem tratar em devido tom os seus desarrolos deficitários levará a que se questione:

O que é a violência doméstica?

De onde advém?

Causas remotas?

Causas atuais?

O que é de facto a presença feminina e qual o lugar da mãe?

Como cuida a presença feminina dos valores?

  1. Do seu valor?
  2. E dos seus valores?

Tal como as profissões tem um conteúdo identitário, cuja génese advém do “berço”;

       Como as profissões deve ter total autonomia reforçada pelo constante cuidar do seu valor;

Pelo facto de advir da evolução do Homem (Mulher) sente-se entronizada como o foi a “deusa mãe”,

A presença feminina tem uma constante autorregulação de forma a melhor servir todos os seus interesses formativos, onde se encontra também os da sociedade em constante jogo com todos os interesses.

Os seus saberes teóricos e práticos devem ser fruto da sua elevada especialização para a vida doméstica e familiar, por vezes indeterminada e imprevisível,

O que não permite algumas das vezes a necessária adequada e elevada capacidade de Juízo, decisão e responsabilidade enquanto líder natural da sua família,

Preferencialmente com a presença do homem.

A especialização feminina deve assentar em normas do tipo deontológicas direcionadas ao plano individual dos diversos membros educandos e ao coletivo da sociedade em que serão integrados, para que não se verifique uma fratura, neste momento galopante, por incapacidade de autorregulação.

Só assim se conseguirá evitar a presença possível de “Violência Doméstica”.

De que forma?

Harmonizando como no seu corpo a sua unidade e solidariedade, assumir toda a sua identidade como uma verdadeira mãe educadora numa sociedade cada vez mais matriarcal, em que o homem deve ter também o seu lugar com identidade desejada e reconhecida, assumindo um lugar na voz conjunta da autoridade,

Ser lugar permanente, com o homem, na defesa da integridade moral, do caráter, da honra e da harmonia na voz conjunta, como forma de desenvolver a verdadeira e necessária profecia de vontade de não violência doméstica no futuro.

Acresce:

A presença feminina da mãe, da educadora doméstica e progenitora atenta não pode, nem deve, ser descuidada, permissiva e inoperante,

Para poder impedir o desabrochar de “novos escolhos” inibidores da paz, da tranquilidade e da paz domésticas e familiares.

Por isso,

A Mulher Mãe e Educadora deve ser profissional resoluta e Castradora de possíveis sinais de violência doméstica futura, que começa a brotar com a perfídia indisciplina permitida desde os bancos da Escola, face ao incumprimento das necessárias regras produzidas pela sociedade em que o sistema político é o primeiro anuente.

A mulher / homem, mãe ou pai educadores só serão competentes se não negarem os conceitos dos ideais que são os melhores privilégios solidários de educarem rumo à disciplina, à transparência e à ordem necessárias ao prosseguimento da dignidade e da não-violência no seio da família, maiores pilares de uma sociedade equilibrada que rejeita no dia-a-dia todo o tipo de violência gratuita e familiar.

Razão pela qual a mulher / homem enquanto chefes de família, da família e educadores devem ter uma visão ética da qualidade da família e da educação sempre necessárias aos jovens membros das famílias, mães, pais, chefes de família do amanhã, evitando-se a desnecessária e sempre reprovável violência de cariz doméstico, masculina, ou até feminina, quer seja verbal, através de coação física ou psíquica ou outra sempre condenável.

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